"Aquele, porém, que beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede”
João, 4:14a.
Deus existe e nós também! É tão impossível negar a existência de Deus
como negar a nossa própria. Mas Deus não pode ser visto, tocado,
apalpado, pintado, esculpido e nem fotografado. Ele é majestoso demais para
caber numa moldura. Aleluia!
Deus está muito além da nossa imaginação. É muito pouco dizer que Ele é
fora de série. Chega a ser irreverência. Deus é antes de todas as
coisas. Ele não tem princípio nem fim. Deus enxerga, ouve e pode tudo.
Glória a Deus! Aleluia!
Não temos o direito de pensar que Deus é alguém semelhante a nós. Um
Deus assim seria decepcionantemente pequeno e não despertaria nossa
atenção e adoração. Se fosse semelhante a nós, Ele seria uma vergonha!
A existência de Deus é a única resposta para todas as perguntas que
fazemos. Quem criou este imenso universo, sem medida? Por que a idéia de
Deus é tão antiga como a humanidade? Por que está na cabeça dos povos
mais primitivos e dos mais desenvolvidos grupos humanos? Por que não foi
adiante a teologia da morte de Deus? Por que, na hora do sofrimento e
da morte, até mesmo os que se rotulam de ateus ou de agnósticos apelam
para Deus?
Por causa do ineditismo de Deus, não podemos conhecê-lo apenas pelo
intelecto. Tem de ser principalmente pela fé — aquela capacidade de crer
sem ver, de crer sem entender, de crer sem apalpar.
O animal não tem, e, não precisa de raciocínio nem de fé. Ele foi feito
por causa do homem. Ele se dirige pelo instinto. Mas tanto o
raciocínio como a fé, fazem parte da constituição do homem. Daí o nome de animal
superior que a ciência dá ao ser humano. Quando o intelecto chega ao
fim, a fé assume o controle.
Temos uma sede estranha. Não é de água, de amor, de dinheiro, e, nem
tampouco de glória. Essa sede não localizada, assumida e satisfeita, é
sede de Deus. Ela incomoda e perturba mesmo quando todas as outras são
satisfeitas. É por essa razão que os biólogos nos chamam de “homo
religious
Mate a sua sede interior de Deus, antes que ela o mate à míngua!
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário