O amor é a maior virtude relatada na Bíblia (1Co 13.13).
A Palavra de Deus é, na sua essência, uma história de amor, de Deus
pela humanidade.
Se pudéssemos resumir tudo o que a Bíblia ensina em apenas uma palavra,
esta palavra seria (se não fosse, é claro, Jesus) Amor, até porque
Deus é amor (1Jo 4.8).
O amor que a Bíblia ensina é maior do que tudo: maior do que as boas
obras (Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver
amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine, 1Co
13.1), maior do que a fé (Crês, tu, que Deus é um só? Fazes bem. Até os
demônios crêem e tremem, Tg 2.19), porque como o próprio Tiago mostra, a
fé sem obras é morta, e o verdadeiro amor é não o amor que fala, mas o
amor que faz (Filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas de
fato e de verdade, 1Jo 3.18), e é maior do que a própria graça que nos
salva.
Que diz João 3.16? Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o
seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha
a vida eterna.
Onde no texto está claro a salvação "pela graça, mediante a fé" (Ef
2.8)? A fé, é óbvio, está em crer no Unigênito.
A graça está em Deus ter dado seu Filho.
Mas porque Ele deu seu Filho? Porque Ele amou o mundo.
E amou tanto que nos deu seu Filho Unigênito, para que pudéssemos crer
nele e ter a vida eterna!
Toda a obra de salvação é decorrente do amor de Deus, esse amor que nos
faz filhos dEle.
Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos
chamados filhos de Deus; e, de fato, somos filhos de Deus (1Jo 3.1).
Se vivermos o amor como ensinado na Bíblia, todas as outras
características do fruto do Espírito (Gl 5 2.22,23) se desenvolverão em nós.
Além disso, uma evangelização eficaz precisa ser movida pelo amor por
aqueles que estão sem Deus e que vivem vidas miseráveis, da mesma forma
que Jesus amou a essas pessoas (e nos amou!).
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
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