“... Não temas, crê somente”. Marcos, 5:36b.
Dia quente de verão, um menino decidiu nadar no lago que havia perto
de sua casa. Na pressa de mergulhar na água fresca, foi correndo e
deixando tudo: sapatos, meias e camisa.
Na alegria, não percebeu, que enquanto nadava para o meio do lago, um
jacaré estava deixando a outra margem e entrando na água. Sua mãe, em
casa, olhava pela janela enquanto os dois estavam muito próximos.
Com medo, correu para o lago, gritando o mais alto que conseguia.
Ouvindo a voz, o pequeno se alarmou! Deu um giro e começou a nadar ao
encontro da sua mãe. Mas era tarde! Assim que a alcançou, o jacaré também!
Ela agarrou-o pelos braços! O jacaré, pelos pés. Começaram um
cabo-de-guerra incrível. O jacaré era mais forte. A mãe – ah! A mãe! Apaixonada
demais, para deixá-lo ir.
Um fazendeiro que ouviu os gritos pegou sua arma e a disparou no
jacaré.
Após semanas no hospital, o menino sobreviveu! Seus pés machucados pelo
ataque do animal, e, em seus braços, riscos profundos, onde, as unhas
de sua mãe estiveram cravadas.
Um repórter que o entrevistou após o trauma, perguntou-lhe se podia
mostrar suas cicatrizes. O menino levantou seus pés. E com óbvio orgulho,
disse ao repórter: - Mas olhe meus braços. Eu tenho cicatrizes em meus
braços também! As do braço tenho porque minha mãe me deixou ir!
Podemos nos identificar com esse menino. Também temos várias
cicatrizes. Não aquelas deixadas por um jacaré. Cicatrizes dum passado doloroso.
Algumas delas são feias e causam-nos profunda dor.
Algumas feridas é porque DEUS se recusou a nos deixar ir. Enquanto nos
esforçávamos, Ele nos segurava!
Hoje o momento é difícil? Entendamos que a causa de nossa dor, é,
exatamente, Deus cravando as suas unhas para não nos deixar ir. Lembra do
jacaré? Ele representa os caminhos que o SENHOR não quer para nós!
Deus, nunca nos abandonará, e, certamente fará o necessário, para não
nos perder, ainda que, para isso seja preciso deixar-nos algumas
cicatrizes. Aleluia! Glórias a Deus!
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
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